As conclusões do inquérito foram divulgadas em duas coletivas de impressa, uma na capital e outra na Diretoria Integrada do Interior I, em Caruaru, nesta segunda-feira (20). Ainda segundo a polícia, o suspeito teria se escondido em Pinheiro (MA), após a prática do crime, ocorrido no dia 6 de fevereiro, e fugido quando soube da prisão de Égon Augusto Nunes de Oliveira, de 27 anos, também suspeito de executar o crime. A polícia deu o nome "Tutela" à operação.
As informações sobre Welliton Silvestre dos Santos podem ser repassadas para o Disque-Denúncia, pelo telefone (81) 3719-4545, no interior do estado, ou pelo (81) 3421-9595, na Região Metropolitana e Zona da Mata Norte.
O inquérito aponta que Bernadete de Lourdes Brito Siqueira Rocha, avó paterna da criança é realmente suspeita de ser a mandante do crime. "São dois motivos: primeiro a guarda da criança, que era uma disputa muito firme entre as duas familias. E também desavenças, ameaças mútuas, inclusive agressões verbais e físicas", comenta Erick Lessa, delegado da Gerência de Controle Operacional do Interior I.
A avó paterna teria recebido a ajuda do advogado José Vicente Pereira Cardoso da Silva, de 59 anos, que foi diretor da unidade prosional de Arcoverde, para contratar os executores, também de acordo com o delegado. Até o dia do chacina, para a polícia, os conselheiros nunca haviam sofrido ameaça. "Bernadete quando tomou conhecimento dos conselheiros tutelares ordenou a execução de todos", afirma Lessa. Ela teria pago R$ 45 mil pelo crime.
Dentre as provas recolhidas, foi encontrada na casa da avó paterna uma arma e um organograma com fotos dos parentes maternos da neta, com os respectivos graus de parentesco. A polícia suspeita que ela o usaria para planejar a morte de todos.
Fonte:
Do G1 Caruaru
(Foto: Divulgação/ Polícia Civil)
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