De acordo com a PF, o prefeito de Agrestina, Thiago Nunes (PMDB), um secretário que não teve o nome revelado e mais seis pessoas, foram indiciados por frustração de caráter competitivo de licitação, fraude na contratação, corrupção ativa e passiva e crime de responsabilidade, cujas penas somadas ultrapassam os 30 anos reclusão.
Municípíos
Além de Agrestina, a Polícia Federal também realizou investigação nas cidades de Panelas, Jurema, Água Preta, Lagoa dos Gatos, Bom Conselho, Jupi, Iati, Riacho das Almas e Angelim. Não está comprovada até o momento a participação das gestões municipais desses municípios no esquema.
Foram cumpridos mandados de busca e apreensão nas cidades de Agrestina (3), Caruaru (6), Garanhuns (7) e São João (1), locais onde existiam sedes das empresas envolvidas.
fonte G1
O Prefeitura de Agrestina se pronunciou através da seguinte nota:
Nota de Esclarecimento – Operação “Cosa Nostra”
A Prefeitura de Agrestina informa que os mandados de busca e apreensão realizados no município, na manhã desta quarta-feira (15), se deram em função da Operação “Cosa Nostra”, da Polícia da Federal, que investiga empresas acusadas de serem beneficiadas em processos licitatórios em diversos municípios.
A Prefeitura de Agrestina informa ainda que sempre agiu dentro da estrita legalidade, sem causar prejuízo aos cofres públicos, e está colaborando com as investigações. Ninguém foi preso durante a operação e os serviços públicos continuarão seguindo dentro da normalidade.
Sobre o envolvimento de um secretario na Operação, a prefeitura também enviou nota de esclarecimento.
Sobre o envolvimento de um secretario na Operação, a prefeitura também enviou nota de esclarecimento.
NOTA DE ESCLARECIMENTO
A secretaria de Administração da Prefeitura de Agrestina, por seu titular, esclarece que não há envolvimento de nenhum secretário da gestão municipal entre os investigados na Operação denominada “Cosa Nostra”, nesta quarta. A secretaria informa ainda que, de acordo com a Lei Municipal vigente de nº (1.215/2013) de 27 de dezembro de 2013, que define o organograma administrativo da Prefeitura de Agrestina, não consta a criação da Secretaria de Articulação Política, conforme pode ser comprovado pelo Portal da Transparência. Assim, a informação de ter um secretário municipal como investigado, não procede.
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