Luciano Huck diz que não é candidato, mas não convence Reprodução/Instagram
Diante das denúncias contra Temer, Aécio e Lula, um assunto perambulou acanhado pelo noticiário, mas tem potencial para provocar uma reviravolta no quadro político.
O Supremo Tribunal Federal deve julgar nesta quarta-feira, dia 4, a legalidade da candidatura avulsa. Se aprovada, ela valeria já para as eleições do ano que vem. A relatoria está nas mãos do ministro Luis Roberto Barroso.
No meio jurídico, o tema tem recebido apoio de gente graúda, como a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, que enviou ao STF um parecer favorável. Há poucos dias, o juiz Hamilton Gomes Carneiro, de Goiás, acolheu uma ação do advogado Mauro Junqueira, permitindo que ele participe das próximas eleições, mesmo sem estar filiado a um partido.
O argumento de Dodge e de Carneiro é que o Brasil é signatário da Convenção Americana sobre Direitos Humanos, que não exige a filiação obrigatória para concorrer a cargo público.
Se passar, a candidatura independente vai turbinar aspirações de figuras como Luciano Huck, que diz que não é candidato, mas não consegue convencer ninguém.
Sempre bem avaliado nas pesquisas de intenção de voto, Huck é historicamente ligado ao PSDB e vem sendo cortejado pelo DEM. Os dois partidos, no entanto, não passam no teste de probidade que o eleitor vai exigir em 2018.
Sem a exigência de filiação, Huck pode envergar a bandeira da renovação política, sem a companhia do que há de mais velho (e sujo) na política brasileira.
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