
A coluna revelou na manhã desta quinta-feira (2/11) que a ministra havia protocolado um pedido na Casa Civil para acumular os dois salários, o que lhe garantiria um vencimento bruto de R$ 61,4 mil. No documento, Luislinda afirma que o teto constitucional reduz os seus rendimentos a R$ 33,7 mil mensais. Para justificar o requerimento, a chefe da pasta de Direitos Humanos compara sua situação a “trabalho escravo” e cita a Lei Áurea, de 1888.
No documento de 207 páginas, Luislinda argumenta que, por causa da regra do abate-teto, pela qual nenhum servidor ganha mais do que um ministro do Supremo, seu salário de ministra cai para R$ 3.292 brutos. O de desembargadora, de R$ 30.471,10, é preservado.
Em entrevista concedida após a revelação do requerimento, Luislinda afirmou que é seu direito receber o valor integral para trabalhar como ministra porque o cargo lhe impõe custos como se “vestir com dignidade” e “usar maquiagem”. Ela afirmou não ter se arrependido de ter comparado seu caso ao trabalho escravo. “Todo mundo sabe que quem trabalha sem receber é escravo”, disse.
Consultado, o Palácio do Planalto não se manifestou sobre o assunto até a publicação da notícia.
__Compartilhe Altinhoshow: O autor desse Site não se responsabiliza pelos comentários aqui postado. Sendo de inteira responsabilidade da pessoa que o fez as consequências do mesmo
0 comentários:
Postar um comentário