O delegado do caso, Dr. Altemar Mamede, que estava na Força Tarefa de Homicídios no fim de semana e foi ao local do crime, disse que o Osni é o dono do revólver calibre 38 usado no latrocínio e da motocicleta usada na fuga, mas o mesmo conseguiu se desfazer da arma e na noite do crime foi com o comparsa ao restaurante para cometerem o assalto, ele ficou na moto a uma certa distância, enquanto o comparsa foi ao estabelecimento e anunciou o assalto, mas nesse momento a vítima estava no banheiro e quando ao ouvir um barulho deixou o reservado e quando saiu, pelo simples fato de está mexendo na braguilha foi assassinado pelo “Edinho” que continuou subtraindo os pertences dos clientes e o dinheiro do apurado do restaurante somando mais de mil Reais, em seguida ainda pegou algumas bebidas colocou num saco e fugiu com o comparsa. O delegado solicitou as prisões dos criminosos á justiça que expediu as Preventivas e ambos foram recolhidos á Penitenciária Juiz Plácido de Souza.
Os acusados prestaram depoimento, nos quais o Osni negou qualquer participação no crime, ele disse que foi com o “Edinho” na cena do crime porque ele pediu para que o levasse no restaurante para vê o primo e mesmo vendo a correria e o amigo saindo do local com um saco não desconfiou, esperou ele subir na garupa da moto e voltaram para o sítio Cipó, mas o “Edinho” confessou o crime e disse que as bebidas foram usadas na noite do domingo, a arma que pertence ao Osni foi devolvida a ele e o dinheiro subtraído do estabelecimento foi dividido com o comparsa. Os dois já haviam sido presos por tráfico, inclusive o “Edinho” saiu da penitenciária há apenas um mês.
do adielson galvao
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