Nos bastidores de Brasília, integrantes do governo Lula já demonstram preocupação com o impacto político do escândalo envolvendo o Banco Master e o banqueiro Daniel Vorcaro na eleição de 2026.
Segundo relatos de ministros, começou a ganhar corpo dentro do governo uma estratégia para tentar jogar a crise ao Banco Central de Roberto Campos Neto, atribuindo a responsabilidade à gestão do ex-presidente da instituição.
A avaliação de aliados do Palácio do Planalto é que, se o episódio se transformar em uma crise sistêmica envolvendo diferentes instituições da República, o desgaste pode acabar contaminando diretamente o governo Lula – especialmente porque, na percepção política, a imagem do Supremo Tribunal Federal (STF) hoje aparece muito associada ao governo.
Por isso, a tentativa seria concentrar o foco da crise na atuação do Banco Central durante a gestão Campos Neto, que aconteceu entre 2019 e 2024, deslocando o debate para supostas falhas de supervisão e regulação.
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